Deputado diz que rodovias federais em Rondônia estão abandonadas

Deputado diz que rodovias federais em Rondônia estão abandonadas

 O deputado Adelino Follador (DEM) tem cobrado insistentemente pela manutenção das estradas de Rondônia, principalmente no Departamento de Estradas e Rodagens (DER). Já no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), sua atuação se resume a ofícios e denúncias, pois cabe a bancada federal atuar com rigor.

Segundo o parlamentar, muitas rodovias estaduais estão em estado crítico, mais se vê o esforço e atuação do DER, ao contrário das rodovias federais que estão abandonadas e cada dia pior.

“Não dá pra entender, porque ainda temos o mesmo asfalto construído nos anos 80, há 38 anos, sendo que na época o movimento de veículos na BR 364 não chegava a 10% do volume que temos hoje, há quanto tempo a gente escuta falar de duplicação e nada’, disse Adelino.

O mesmo acontece com outras BR’s, como exemplo a BR 421, na qual o governo do Estado teve que fazer investimentos altíssimos para facilitar a vida de milhares de pessoas. O deputado falou também dos índices de acidentes que são crescentes, especialmente por conta da má conservação, afirmando que a bancada federal do Estado não cobra com firmeza, citando como exemplo visível, a mesma BR ao cruzar a fronteira com o estado do Mato Grosso.

“A Superintendência do Dnit no Estado tem invertido sua prioridade de atuação, enquanto acontece este descaso, eles têm se preocupado em derrubar obras de arte, que não atrapalha em nada, como o boi em frente ao frigorífico na saída de Ariquemes para Itapuã, assim como as plantações de tecas, que antes eram cuidadas pelos moradores, agora estes trechos estão sendo tomados pelo mato”, comentou Adelino.

Na semana passada a cabeceira da ponte, próximo ao boi quebrado pelo Dnit, sofreu uma grande erosão, fazendo com que o trânsito ocorresse somente em uma pista, sendo mais uma demonstração do abandono em que se encontra as Rodovias Federais no Estado, ceifando vidas e provocando sofrimento todos os dias.

Autor / Fonte: ASCOM

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