Judiciário homenageia juiz de direito com nome do Fórum de Ariquemes

Judiciário homenageia juiz de direito com nome do Fórum de Ariquemes

O juiz de direito Edelçon Inocêncio, falecido em 2011, quando já aposentado, será homenageado pelo Poder Judiciário de Rondônia com o nome do novo fórum de Ariquemes, comarca onde atuou como magistrado boa parte de sua carreira.

Inocêncio nasceu em 30 de outubro de 1939, na cidade de Londrina, Estado do Paraná, tornando-se bacharel em direito pela Universidade Federal do Paraná, em 1965. Casado com a senhora Ilda Inocêncio e pai de quatro filhos, entre eles Fabíola Inocêncio, também juíza do TJRO.

Foi Vereador na cidade de Ubiratã-PR, na década de 1960, e atuou como advogado em Curitiba até o ano de 1985.

Chegou em Rondônia no final do ano de 1985, na cidade de Rolim de Moura, onde advogou por um ano, quando então passou em concurso para juiz de direito, assumindo a comarca de Costa Marques. Um ano após foi para a comarca de Pimenta Bueno.

Entre 23 de outubro de 1987 e 8 de outubro de 1992 foi juiz da 2ª Vara Cível da comarca de Ariquemes, onde exerceu a maior parte de sua atividade jurisdicional e por isso criou fortes laços. Tanto que, mesmo sendo promovido a juiz de 3ª entrância e assumindo a 1ª Vara Criminal em Porto Velho, permaneceu na capital apenas até sua aposentadoria, ocorrida em 16 de fevereiro de 1993.

Retornou, então, para Ariquemes, local em que plantou suas raízes e criou seus filhos. Estabeleceu seu escritório de advocacia na comarca, exercendo essa atividade até os últimos dias de sua vida, vindo a falecer em 7 de dezembro de 2011.

Emoção

Fabíola Inocêncio, filha do juiz Edelçon Inocêncio, hoje atuando na 1ª Vara de Execuções Fiscais da comarca de Porto Velho, tomou posse em 24 de setembro de 1997, com a toga do pai, um momento emocionante para ela.

A magistrada se diz tocada pelo reconhecimento ao pai. “Minha família está demasiadamente honrada. Eu tive muitas felicidades na minha carreira, trilhando os mesmos passos que meu pai. Fui juíza em Ariquemes por seis anos. Em Pimenta Bueno trabalhei com a mesma escrivã que meu pai havia trabalhado. Foi como um grande presente que recebi, essa homenagem”, finalizou a juíza.

Autor / Fonte: TJ - RO

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