Parece que tem assessor do prefeito Hildon querendo calar críticos na base da pancada

Pancadas

Raimundinho Bike Som (PHS), suplente de vereador e assessor do prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), se envolveu em uma encrenca ao desferir um murro em um comunicador nesta semana. E tinha jornalistas e radialistas ingênuos, dizendo que o prefeito exoneraria o agressor. Parecem se esquecer que o homem agredido é um dos grandes críticos da administração municipal.

Jagunços

Parece que tem assessor do prefeito Hildon Chaves achando pouca coisa se comportar como jagunço somente nas redes sociais. Tem deles, aparentemente, querendo calar críticos na base da pancada. Enquanto isso, outros assessores do prefeito ficam atacando deputados estaduais no facebook, nos grupos de whatsApp, talvez em uma tentativa de abafar o caso da agressão ou mudar o foco das críticas à administração municipal.

Câmara

Aparentemente, alguns vereadores têm chance de obter um cargo mais expressivo nas eleições deste ano, abrindo caminho para Raimundinho Bike Som ocupar uma cadeira na Câmara. Se ele continuar com esse comportamento, irá para o lugar certo. Na Câmara de Porto Velho existe gente que deveria estar na cadeia há muito tempo, é só olhar para o passado deles, para o aumento do patrimônio.

Contraponto

E como a nome da coluna é Contraponto, vamos partir para um. Muitos comissionados da Prefeitura de Porto Velho estão nas redes sociais esculhambando com os deputados Jesuíno Boabaid (PMN) e Maurão de Carvalho (MDB). Entende-se isso, já que Maurão é pré-candidato ao governo e o ex-senador Expedito Júnior (PSDB), também. Como se sabe, Expedito e Hildon frequentam a mesma cozinha.

Público

O que Jesuíno e Maurão conversaram é algo de domínio público. O Ministério Público cuida do caso, inclusive. O importante é verificar como e com qual intenção foi gravado o áudio. Está nítido que há uma armação envolvendo essa questão. É preciso identificar quem manipulou as cordinhas da marionete que efetuou a gravação.

Denúncia

E o radialista Daniel Júnior, em um programa de rádio, denunciou a existência de um suposto esquema para arquivar no Ministério Público denúncias que chegam contra a prefeitura da capital. Isso porque uma mulher que ocuparia cargo na Ouvidoria do município teria vínculo direto com a pessoa que recebe as tais denúncias.

Vip

A tal mulher da Ouvidoria da prefeitura receberia tratamento vip, inclusive com direito a diárias em locais como Foz do Iguaçu. Haveria áudios e imagens sobre o caso. Enquanto isso, mais de 2 mil alunos estão em salas de aula na capital, sem que uma providência seja tomada sobre o caso. Mas os comissionados da prefeitura tratam de desviar o foco disso tudo.

Autor / Fonte: Nilton Salina

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