ECONOMIA Indicadores de trabalho da FGV pioram em março Publicada em 07/04/2020 às 09:29 Os dois indicadores de mercado de trabalho da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentaram piora de fevereiro para março deste ano. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), que busca antecipar tendências do emprego nos próximos meses, caiu 9,4 pontos, indo para 82,6 pontos, em uma escala de zero a 200, o menor nível desde junho de 2016 (82,2 pontos). O Iaemp é medido com base nas sondagens feitas com empresários da indústria e dos serviços e com consumidores. De acordo com o economista da FGV Rodolpho Tobler, o resultado de março mostra os primeiros efeitos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) na perspectiva sobre o mercado de trabalho. É a segunda maior queda da série histórica, ficando atrás apenas da ocorrida na crise de 2008 e 2009. Para ele, o cenário negativo deve continuar, já que a incerteza no país é crescente em razão da covid-19. O outro índice, Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), também piorou. Medido com base na opinião dos consumidores sobre a situação atual do desemprego, o indicador subiu 0,6 ponto em março, para 92,5 pontos. Diferentemente do Iaemp, no ICD a escala é invertida. Quanto mais próximo de zero, melhor o resultado. Ou seja, quando o indicador sobe é sinal de que as pessoas consideram o mercado de trabalho de forma mais negativa. Fonte: Agência Brasil Leia Também Boris Johnson continua na UTI, mas não apresenta sintomas de pneumonia Porto Velho já tem 17 casos confirmados do novo coronavírus, informa a SEMUSA Sindicato faz apelo para que população evite ir aos bancos e pede maior fiscalização dos órgãos públicos no combate à covid-19 WhatsApp limita ainda mais o encaminhamento de mensagens no aplicativo Standard & Poor's reduz perspectiva da nota do Brasil para estável Twitter Facebook instagram pinterest