PANDEMIA Dinamarca usa serviço militar para amenizar desemprego por Covid-19 Publicada em 27/06/2020 às 09:47 A Covid-19 pôs por terra o sonho de muitos jovens de encontrarem trabalho, mas o Exército dinamarquês está disposto a contribuir para amenizar o desemprego desse grup, abrindo vagas nas Forças Armadas. Cerca de 150 novos postos dos 5.000 atualmente orçados serão criados a partir deste verão (europeu), disse a ministra da Defesa, Trine Bramsen, membro do Partido Socialdemocrata. "Sabemos que muitos jovens não sabem o que fazer no momento e queremos que eles aproveitem as ofertas do Exército. O serviço militar faz parte. Atualmente, tem uma lista de espera, e queremos que [os jovens] tenham um lugar", disse a ministra à agência de notícias dinamarquesa Ritzau. Em tese, o serviço militar é obrigatório para homens no país nórdico, embora apenas uma pequena fração de cada faixa etária participe. Mais de 99% são voluntários. O Exército dinamarquês, que participa de várias coalizões ocidentais desde o início do século (Afeganistão, Iraque, Líbia, ou mais recentemente no Mali), decidiu em 2018 aumentar o número de recrutas em 10%, ou seja, cerca de 500 lugares. Poucos são enviados para combate. A vizinha Suécia, com tensões com a Rússia do outro lado do Báltico, decidiu em 2017 restaurar o serviço militar, sete anos após sua supressão. Fonte: France Presse Leia Também PGE consegue medida cautelar junto ao STF e garante a aquisição de ventiladores pulmonares para Rondônia Presidente de Honduras diz que crise sanitária no país 'se complica a cada dia mais' Rondônia avança na criação de estruturas hospitalares para enfrentamento da Covid-19 Polícia de Hong Kong proíbe manifestação contra Lei de Segurança Porto Velho: Atendimentos individuais são retomados nos CAPS da capital Twitter Facebook instagram pinterest