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AGRONEGÓCIO

Não há uma proposta factível para agricultura familiar; Boi gordo em Rondônia alcança R$ 252 a arroba; Urgência de regularização fundiária

Publicada em 06/11/2020 às 08:50

Não há uma proposta factível para agricultura familiar

Quem acompanha as propostas dos candidatos ao executivo e legislativo, em Porto Velho, sem honrosas exceções, nos programas eleitorais nas TVs e no rádio ainda não assistiu apresentação de uma proposta factível para agricultura familiar, com incentivos e projetos claros para o crescimento das agroindústrias que geram emprego e renda nas pequenas propriedades rurais, em torno da grande capital. O que se observa são promessas vagas de: “vou fazer isso e aquilo” sem o menor embasamento que ofereça sustentação as promessas.

É bem verdade, a pandemia colocou praticamente todos os candidatos em condições de igualdade, ou seja, nenhum deles pela ausência de tempo, criatividade e conhecimento de causa, em se tratando de agricultura familiar, ou não conhece a importância deste setor para economia de uma capital, e, muitos menos se preparo arquitetando um projeto capaz de empolgar o eleitorado que já anda meio descrente e com pulga atrás da orelha, diante de tantas promessas vazia e sem de conteúdo.

Se antes da pandemia, agricultura familiar, assim como as agroindústrias reservava um espaço importante em torno dos grandes perímetros urbanos, agora essa necessidade se ampliou com a queda de renda para as famílias. Ocupar os espaços vazios no fundo de quintais produzindo legumes e hortaliças para o consumo próprio e até comercializar o excedente com os vizinhos vai ajudar na economia doméstica. Em tempos de crise até na cooptação do eleitor é bom usar  criatividade de maneira simples apresentando resultados positivos e de fácil entendimento.

Investimento na soja!

Nos últimos quatro meses o Banco do Brasil, liberou em Rondônia recursos da ordem de R$ 400 milhões turbinando a produção de soja e pecuária, puxando na mesma esteira as lavouras de café, peixe, assim como agricultura familiar. O superintendente do Banco do Brasil, no estado Edison Lemos, informa que não faltará recursos para o agronegócio que vem mantendo de pé a economia rondoniense, com destaque para as exportações de grãos e carne.

Declaração

O diretor executivo da Agência Idaron, Licério Magalhães está convocando todos os pecuaristas para a declaração de vacina dos rebanhos bovinos e bubalinos, numa campanha que visa preparar o estado para visita dos técnicos da União Européia, que vem inspecionar a sanidade do rebanho para futuras compras da carne produzida aqui. Para Licério Magalhães é importante que os pecuaristas mantenham organizada a questão das vacinas, inclusive facilitando o transporte de animais.

Concretizou-se o aumento da carne

Nesta semana arroba do boi gordo em Rondônia, alcançou R$ 252,00 nas vendas a vista e 254,00 com 30 dias de prazo, um aumento de 7,97%. Assim, cumpriu-se a projeção de técnicos e pecuaristas que apostaram que essa meta seria alcançada no final do ano. O churrasco do Papai Noel será salgado!  

Agronegócio na Amazônia

Ao participar do evento em Brasília, Amazônia mais 21, o superintendente da Federação das Indústrias de Rondônia (FIERO), Gilberto Batista, destacou a importância do agronegócio sustentável na Amazônia, mas que necessita com urgência de regularização fundiária para que os produtores possam desenvolver suas atividades sem a preocupação com invasões de suas áreas.

Até a próxima

Alckimim foi um político mineiro lá das décadas de 1950 e 1960 que marcou época pela astúcia e respostas inteligentes. Foi secretário de Fazenda,na época do ex-governador Magalhães Pinto. Naquela em Belo Horizonte existia um jornal semanário “Folha de Minas” dirigido pelos Jornalistas, Jaguar, Stanislau Ponte Preto e Ziraldo, todos em inicio de carreira. O jornal tinha uma grana grossa para receber do governo de Minas. Os três na véspera de Natal procuraram e foram recebidos pelo secretário Alckimim. Depois de muita conversa ficou claro o motivo da visita eles desejavam receber a grana. Alckimim passou a mão no telefone ao lado e ligou para o diretor do tesouro estadual determinando o pagamento. Isso era sexta-feira, o Natal era no sábado, o pagamento sairia então na segunda-feira. A turma distribuiu cheque para todos os funcionários, e, eles próprios esbanjaram no final de semana. Na data prevista a grana não saiu. Procuraram o diretor do Tesouro estadual que informou que não havia recebido nenhum telefonema do secretário. Descobriram que o telefone usado por Alckimim, não funcionava e que apenas tinha os cabos ligados na parede. Aquele aparelho servia para enganar os visitantes que cobravam contas do governo.

Fonte: José Luiz Alves

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