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Aumentam as fraudes impulsionadas pelas compras online

Publicada em 13/04/2021 às 10:18

A necessidade de isolamento social e o fechamento dos comércios fizeram com que a internet ganhasse destaque durante a pandemia. Segundo dados do levantamento Webshoppers (Ebit/Nielsen & Bexs Banco), as vendas por e-commerces cresceram 41% em 2020, o que representa o maior percentual desde 2007. 

Apesar da boa notícia, e de os consumidores estarem descobrindo uma nova forma de comprar, golpistas estão aproveitando o momento para darem novos golpes. Por conta disso, mais do que nunca, é necessário que os compradores estejam atentos. Veja só!

Tentativas de golpe aumentam em 45%

Desde que a pandemia começou e, consequentemente, os brasileiros passaram a comprar mais pela internet, as tentativas de fraude estão aumentando. De março a dezembro do ano passado, houve uma alta de 45%, de acordo com o Mapa da Fraude. 

Além de prejudicar o consumidor, essas ações afetam diretamente os comércios. Quando uma fraude é detectada pelo cliente, ele consegue pedir o estorno para a empresa do cartão de crédito. No entanto, a loja é quem arca com o prejuízo. 

O levantamento avaliou ainda quais produtos são mais visados pelos criminosos. As operações envolvendo compra de celular são as que mais sofreram tentativa de golpe (4,24%), à frente de produtos automotivos (2,22%) e alimentos (2,1%) — estes últimos entraram pela primeira vez na estatística. 


 

Principais golpes e como evitá-los

Além do roubo de informações durante a compra em si, existem muitos outros golpes praticados atualmente. Devido a isso, o consumidor precisa ficar muito atento em quais sites acessa, onde clica e até em promoções “boas demais para serem verdade”. Confira os principais golpes!

Plataforma de compra e venda

Há golpistas que clonam os sistemas das empresas e se passam por elas. Nesses casos, o cliente faz uma compra, mas nunca recebe o produto, porque o local em que comprou não é o verdadeiro. Para evitar tal situação, o consumidor precisa ficar de olho quando baixa algum aplicativo ou, se preferir, só efetuar a compra no próprio site da empresa. 

Promoções muito boas

Para chamar a atenção do público, os golpistas podem ainda divulgar promoções que não existem. Por exemplo: uma televisão que costuma sair por R$ 2 mil é anunciada por R$ 500. Em geral, os fraudadores também usam o nome de lojas famosas, como Magazine Luiza e Casas Bahia para aplicar os golpes. Por isso, é importante utilizar apenas os canais oficiais das empresas ou os sites de panfletos on-line, como o Kimbino, em que há as ofertas do Atacadão, Carrefour, Lojas Cem e muitos outros comércios.  Nas ofertas do Atacadão, por exemplo, a empresa anuncia no site que segue com todos os protocolos de segurança online e possui selos de certificação além de utilizar plataformas avançadas como o cloudfare e mundipagg para proteger os usuários. 

Oferta pelo WhatsApp

Outro tipo comum de golpe é o da oferta pelo WhatsApp, em que os fraudadores se passam por uma loja e enviam um boleto para o pagamento. Para confirmar a fraude, basta observar no nome de quem está o boleto. 

Golpe da selfie

Nesta situação, o cliente compra em uma plataforma como o Mercado Livre. No entanto, o golpista solicita que seja enviada uma selfie com o documento para que possa emitir a nota fiscal. Quando o consumidor passa essa informação, o fraudador pode se passar por ele e receber o valor da compra, mas não enviar qualquer produto. Nesse caso, é importante que o consumidor esteja atento às regras para compra, pois, muitas vezes, as plataformas e lojas não requerem documentos com foto. 

Apesar de a internet ter facilitado as transações e compras, ela ainda não é totalmente segura. Então, para aproveitar a rede é necessário ficar de olho em alguns pontos, como:

se o site ou plataforma utilizada é oficial; 

se o endereço eletrônico tem o desenho de um cadeado no link, o que indica segurança para o envio de dados;

valores muito baixos podem não ser reais; 

as lojas não enviam ofertas e boletos pelo WhatsApp.

Fonte: Redação

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