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PRESIDENTE

Bolsonaro ironiza CPI da Pandemia: “Vou sugerir investigar leite condensado”

Publicada em 12/05/2021 às 10:29

O presidente Jair Bolsonaro ironizou na manhã desta quarta-feira o trabalho Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, que apura a condução do governo e federal e dos estados e municípios na condução da pandemia.

"Você viu o Renan Calheiros [senador pelo MDB de Alagoas e relator da comissão] essa semana? 'A CPI não existe para investigar desvio de recurso.' Vou dar sugestão para o Renan: depois fazer a CPI do leite condensado", afirmou o presidente, aos risos, a apoiadores durante tradicional conversa em frente ao Palácio do Alvorada.

Em janeiro, o presidente recebeu críticas por conta da polêmica da compra de leite condensando, item que consumiu mais de R$ 15 milhões dos órgãos do Executivo federal no ano passado, segundo reportagem do portal "Metrópoles". À época, Bolsonaro afirmou que o item atende 370 mil militares e é usado também em programas de alimentação via Ministério da Cidadania e Ministério da Educação.

A ideia original da CPI era investigar as ações e omissões do governo federal durante a crise sanitária. Por pressão do presidente e de sua base aliada, o escopo foi ampliado para apurar a aplicação dos recursos despendidos pela União aos governos regionais no combate à covid-19.

Sobre a função da CPI, em entrevistas recentes, Renan Calheiros tem dito que o objetivo dos trabalhos é, ainda, apurar a gestão do governo federal, mas caso haja necessidade, prefeitos e governadores poderão ser chamados para depor.

Nesta quarta-feira, o o ex-secretário Especial de Comunicação Social da Presidência da República Fabio Wajngarten será ouvido pelos parlamentares. Em abril deste ano, ele concedeu entrevista à revista Veja, na qual afirmou que o Ministério da Saúde teria sido o responsável pelo atraso das vacinas contra a Covid-19.

Segundo a reportagem, ele guarda e-­mails, registros telefônicos, cópias de minutas do contrato e ainda afirma ter um rol de testemunhas que podem comprovar suas afirmações.

Fonte: Correio do Povo

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