POLÍTICA Relatório da PEC do Voto Impresso é lido na CCJ, mas não é votado Publicada em 29/06/2021 às 08:59 O deputado Filipe Barros (PSL-PR) apresentou hoje (28) seu relatório para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19, que recomenda a adoção de uma urna eletrônica que permita a impressão do registro do voto, que depois será depositado em uma urna indevassável, sem contato manual do eleitor. A votação da proposta na comissão, no entanto, foi adiada. Deputados do governo e da oposição se mostraram divididos sobre o tema. Durante leitura do relatório, Barros alegou que há “falsa sensação de segurança generalizada”, promovido pelo que ele chamou de “suspensão de descrença” pelo qual a urna eletrônica funcionaria desde seu desenvolvimento. Para defender a PEC, ele disse que não existem provas de que não houve fraude na urna eletrônica até hoje. “Se é verdade que nunca houve provas contundentes de fraude, também não há provas contundentes de que não houve fraude”. Além de acrescentar dois parágrafos à Constituição para tornar obrigatória a impressão do registro do voto conferível pelo eleitor, Filipe Barros apresentou dispositivos para que o TSE emita normas infralegais para garantir o sigilo do voto e cria regras transitórias para detalhar o sistema de votação e apuração por registro impresso de voto. Fonte: Agência Brasil Leia Também Calor bate recorde no noroeste dos EUA e cidades suspendem atividades Grávidas vacinadas com AstraZeneca podem receber 2ª dose da Pfizer Sobe para 11 número de mortos em desabamento de prédio na Flórida IFRO publica resultado preliminar do Processo Seletivo Simplificado PSS 2021/2 Decreto proíbe queima controlada por 120 dias Twitter Facebook instagram pinterest