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SAÚDE

“Válvula de escape” no isolamento social, prática de ciclismo cresceu até 70% durante a pandemia em Cerejeiras

Publicada em 14/07/2021 às 09:56

O ciclismo foi a válvula de escape para cerejeirenses afetados pelo isolamento social durante os meses difíceis da pandemia do novo Coronavírus. A adesão ao esporte mais que dobrou e muitos encontraram na bicicleta o suporte que precisavam para se manter mentalmente e emocionalmente de pé durante este período dramático.
 
“A prática do ciclismo teve um aumento de 50% a 70% durante a pandemia”, revela o empresário Luciano Brito, fundador da Vá D Bike, empresa que atua no segmento de venda e manutenção de bicicletas em Cerejeiras.
 
Segundo o empresário, o ciclismo foi uma opção saudável para as pessoas enfrentaram a pandemia. “O ciclismo não tem risco de contaminação, pois não é um esporte de contato. Além disso, ao pedalar você sai de casa e vê novas paisagens. O esporte ajuda também no combate ao sedentarismo, um problema que ameaçou aumentar no isolamento social”, complementa o empresário.
 
Ainda de acordo com o cerejeirense, muitos voltaram para o ciclismo, pois praticavam a modalidade no passado. Já outros migraram de outros esportes. “Como as academias e as outras modalidades esportivas foram interrompidas na pandemia, então o ciclismo se tornou uma opção para esses desportistas”, explica o empresário.
 
Em Cerejeiras, duas modalidades típicas de ciclismo são praticadas. A mountain bike (chamada de MTB), em que os ciclistas percorrem trilhas e montanhas, e o speed, que é o esporte praticado nas estradas e rodovias de asfalto.
 
Segundo o empresário Luciano Brito, ainda neste ano está programado um evento de ciclismo no município. “Na pandemia não conseguimos fazer. Agora, com o fim deste período, estamos planejando voltar com os eventos também”, disse.
 
SUPORTE PARA SUPERAR SEQUELAS

A cerejeirense Lucilene Franco da Silva enfrentou dias difíceis na pandemia.

Ela foi contaminada pelo vírus e ficou internada por vários dias.

Depois de hospitalizada, teve que lidar com as pequenas sequelas típicas de um sobrevivente da Covid-19.

Mas foi no ciclismo que ela conseguiu uma terapia para superar o drama. Ela começou a praticar o esporte na pandemia.

“O ciclismo tem me ajudado muito nesse momento difícil que estamos passando. Além de me tirar do sedentarismo, tem me ajudado no alívio da ansiedade e também me ajudou na recuperação do pós-Covid, pois fiquei com leves sequelas”, diz a cerejeirense.

Fonte: Folha do Sul

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