SEQUESTRO EUA: ocupação de sinagoga termina com sequestrador morto Publicada em 17/01/2022 às 08:46 Quatro pessoas foram sequestradas nesse sábado (15) dentro de uma sinagoga no Texas, nos Estados Unidos (EUA). O sequestro durou mais de dez horas, e os reféns foram libertados durante a noite. O sequestrador foi morto pela polícia. EUA: ocupação de sinagoga termina com sequestrador morto O presidente dos EUA, Joe Biden, saudou a libertação dos reféns da sinagoga do Texas e disse que é necessário denunciar "o antissemitismo e a ascensão do extremismo" no país. "Estou grato face ao trabalho incansável das forças de segurança, em todos os níveis, que agiram de forma cooperativa e corajosa para resgatar os reféns. Estamos a enviar amor e força aos membros da Congregação Beth Israel, Colleyville, e à comunidade judaica", afirmou Joe Biden nesse sábado à noite. Biden dirigiu-se aos que querem espalhar o ódio no país: "Vamos opor-nos ao antissemitismo e ao aumento do extremismo". Pouco antes, o chefe da polícia local disse que os investigadores acreditam que o suspeito se centrou "numa questão que não ameaçava especificamente a comunidade judaica". Todos os reféns da sinagoga da Congregação Beth Israel, nos Estados Unidos, "estão a salvo", segundo o governador do Texas Greg Abbott, e o sequestrador foi morto, informou a polícia. Um primeiro refém já tinha sido libertado, em boas condições de saúde, depois de ter sido detido durante mais de seis horas, enquanto o FBI continuava a negociar com o suspeito no crime. Pelo menos quatro pessoas foram sequestradas dentro da sinagoga da congregação Beth Israel, em Colleyville. Um deles era um rabino. A imprensa informou que o suspeito afirmava ser irmão de neurocientista paquistanesa, suspeita de ter ligações com grupo extremista islâmico, condenada por tentar matar militares norte-americanos e agentes do FBI enquanto se encontrava sob custódia no Afeganistão. O sequestrador exigiu a libertação da irmã, que cumpre pena de 86 anos no Texas. O sequestro gerou maior proteção policial em várias sinagogas e instituições judaicas nas principais cidades dos Estados Unidos, como Dallas, Nova Iorque e Los Angeles, a fim de detectar possível ameaça antissemita em decorrência do que aconteceu em Colleyville. Fonte: Agência Brasil Leia Também No Vaticano, papa Francisco diz rezar por vítimas das chuvas no Brasil Inscrições para a 1ª etapa do Revalida começam nesta segunda-feira Inglaterra estende dose de reforço contra covid para 16 e 17 anos Em um ano de vacinação, quase 70% dos brasileiros já tomaram 2 doses PIB da China cresce 8,1% em 2021, mas desacelera no 4º trimestre Twitter Facebook instagram pinterest