GUERRA NA UCRÂNIA Rússia atacou 389 alvos ucranianos durante a noite Publicada em 30/04/2022 às 09:56 As forças armadas da Rússia atacaram 389 alvos ucranianos na noite de ontem (29), incluindo 15 depósitos de armas e munições, disse hoje o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov. "Durante a noite, unidades de artilharia destruíram 389 objetivos inimigos. Entre eles, 35 postos de comando, 41 bastiões, 169 áreas de concentração de soldados e equipes militares, 33 posições de artilharia, assim como 15 armazéns de foguetes e armas de artilharia e munições", disse Konashenkov seu relatório matutino. Nesta sexta-feira, a aviação operacional tática e militar das forças aeroespaciais russas atingiu nove áreas de concentração de militares, matando mais de 20 "nacionalistas", quatro tanques e seis veículos blindados, acrescentou o porta-voz. Mísseis atingiram quatro instalações militares ucranianas, dos quais dois postos de comando das Forças Armadas da Ucrânia, uma bateria de lançamento de foguetes e uma estação de radar. Mísseis de alta precisão alcançaram quatro armazéns de munições e combustível. A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou cerca de três mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior. A ofensiva militar causou a fuga de mais de 12 milhões de pessoas, das quais mais de 5,4 milhões para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU. A invasão russa foi condenada pela maioria da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções econômicas e políticas a Moscou. Fonte: Agência Brasil Leia Também Plural e Unimed Porto Velho oferecem plano de saúde como redução de 50% nos períodos de carência e acesso a todos os benefícios Ex-guerrilheiro Gustavo Petro lidera intenções de voto para eleição presidencial na Colômbia Estados Unidos começam a treinar soldados ucranianos na Alemanha Rússia cobra da Otan a suspensão de envio de armas à Ucrânia China anuncia medidas mais severas contra a covid em Pequim Twitter Facebook instagram pinterest