GUERRA NA UCRÂNIA Ucrânia acusa 3 supostos combatentes do Grupo Wagner de assassinar civis perto de Kiev Publicada em 25/05/2022 às 14:49 A Ucrânia alegou nesta terça-feira (24) ter identificado os oito responsáveis pelo assassinato da prefeita de Motijin, uma vila nos arredores de Kiev, e seus familiares, após torturá-los. Todos foram acusados de crimes de guerra. Entre os suspeitos estão três homens que, segundo Kiev, integram o Grupo Wagner, uma empresa militar privada da Rússia descrita por especialistas como mercenarismo e ligada a figuras próximas ao presidente Vladimir Putin. Dois deles são da Belarus, ditadura aliada de Moscou, e o terceiro é russo. Nenhum está sob custódia do governo de Kiev, e os promotores, de acordo com informações do jornal britânico The Guardian, acreditam que eles estavam agora combatendo no Donbass, o leste ucraniano. Os belarussos seriam os primeiros mercenários internacionais a enfrentar acusações de crimes de guerra desde o início do conflito. Denis Korotkov, jornalista russo especializado no Grupo Wagner, confirmou ao Guardian que os nomes dos dois aparecem em arquivos do grupo e que é provável que eles já tenham lutado também na Síria, onde Moscou apoia a ditadura de Bashar al-Assad na guerra civil. Fonte: Folha de SãoPaulo Leia Também “Existe em média um assassinato em massa por dia nos EUA”, diz cientista político Publicada lei que torna hediondo crime contra menor de 14 anos MDB e Cidadania lançam pré-candidatura de Simone Tebet à Presidência Presidente veta nomeação de Nise da Silveira como Heroína da Pátria Presidente do FNDE nega influência de pastores em decisões do órgão Twitter Facebook instagram pinterest