SAÚDE RS confirma 2º caso de varíola dos macacos; já são sete no país Publicada em 17/06/2022 às 16:04 O Ministério da Saúde confirmou, nesta sexta-feira (17), o segundo caso de varíola dos macacos no Rio Grande do Sul, o sétimo no país. Trata-se de um homem de 34 anos, residente de Porto Alegre, com histórico de viagens a países europeus. A informação também foi confirmada pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e pela Secretaria Estadual da Saúde (SES). O paciente apresenta quadro clínico estável, sem complicações. O paciente está em isolamento domiciliar. Ele e seus contatos são monitorados por equipes de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, são quatro casos confirmados em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Outros nove casos seguem em investigação. Veja a nota abaixo. A confirmação se deu após divulgação do resultado do exame laboratorial no Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo. O homem passou por atendimento médico nas últimas semanas e está sob acompanhamento. O caso havia sido notificado como suspeito na terça-feira (14). O primeiro caso confirmado da doença no estado ocorreu no dia 12 de junho. O paciente é um homem de 51 que chegou a Porto Alegre após viagem a Portugal. Não há relação entre os dois casos, afirmam as autoridades sanitárias gaúchas. Doença A varíola, chamada de "monkeypox", é uma doença zoonótica viral. A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com animal ou humano infectado ou com material corporal humano contendo o vírus, segundo a SES. Apesar do nome da doença, os macacos não são reservatórios e o surto atual não tem relação com os animais. Os sintomas duram de duas a quatro semanas. Entre eles, estão feridas na pele, febre e inchaço dos gânglios (íngua no pescoço). Outros sintomas comuns são dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão. A incubação do vírus dura de seis a 16 dias, podendo chegar a 21 dias, de acordo com a SES. A infecção possui sintomas bem similares à varíola humana, porém com baixas taxas de transmissão e de letalidade. Pessoas com sintomas devem procurar um serviço de saúde para avaliação. O diagnóstico é feito por teste molecular ou sequenciamento genético, cujas amostras são enviadas para o Instituto Adolf Lutz, de São Paulo. Casos de infecção do vírus têm sido relatados em Portugal, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Até pouco tempo, todos os casos fora da África eram casos importados de viajantes recentes à República Democrática do Congo ou à Nigéria. Já os casos comunicados em maio de 2022 são os primeiros casos autóctones, cuja via de transmissão ainda não se tem estabelecida ao certo. Nota do Ministério da Saúde: O Ministério da Saúde foi notificado nesta sexta-feira (17) da confirmação de novo caso de monkeypox no Brasil, no Rio Grande do Sul. O caso foi confirmado pelo Instituto Adolf Lutz, em São Paulo, por meio de isolamento viral. Trata-se de um paciente residente no Rio Grande do Sul, do sexo masculino, 34 anos, com histórico de viagem para Europa. O paciente está em isolamento domiciliar e apresenta quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pelas Secretarias de Saúde do Estado e Município. As medidas de controle foram adotadas de forma imediata, como isolamento e rastreamento de contatos em voo internacional com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Ministério da Saúde, por meio da Sala de Situação e do CIEVS Nacional, segue em articulação direta com os estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contados. No momento, o Brasil registra sete casos confirmados, sendo quatro em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Nove casos seguem em investigação. Fonte: G1 Leia Também Lutando contra Doença de Alzheimer desde 2019, bispo emérito de Ji-Paraná morre aos 78 anos Correição aponta a 6ª Vara do Trabalho de Porto Velho entre as 20 melhores do Brasil Pacheco diz que governo deve dividir lucros da Petrobras com população Fundação BB lança ação para inserir jovens no mercado do trabalho Clube de Leitura do Campus Guajará-Mirim discute obras voltadas para temática das relações étnico-raciais no Brasil Twitter Facebook instagram pinterest