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INVESTIGAÇÃO

PF abre inquérito para investigar ameaças a juiz de Brasília que mandou prender ex-ministro Milton Ribeiro

Publicada em 08/07/2022 às 14:45

A Polícia Federal informou, nesta sexta-feira (8), que abriu um inquérito para investigar as ameaças contra o juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal de Brasília. O magistrado passou a sofrer ataques após decretar a prisão do ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro (veja mais abaixo).

O inquérito está em andamento na Superintendência Regional da PF e também vai apurar um ataque ao carro de Borelli que ocorreu nesta quinta (7). O veículo do magistrado foi atingido por fezes de animais, ovos e terra, após ele sair de casa, na capital federal.

O juiz não se feriu no ataque, mas teve a visão prejudicada, porque parte do vidro dianteiro ficou manchado. Em seguida, o magistrado conseguiu controlar o carro.

"A condução desse inquérito conta com amplo auxílio da Justiça Federal", informou a PF.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também foi acionado para apurar as ameaças e recomendou providências, com medidas de segurança, para proteção do juiz. Um ofício foi encaminhado ao TRF1 nesta quinta-feira (7). "Não é possível detalhar, neste momento, as ações de segurança a serem adotadas para preservar a segurança do magistrado", informou em nota o CNJ.

O ex-ministro foi preso em 22 de junho, no prédio em que mora, em Santos (SP). Ele é investigado por corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência por suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do MEC, com favorecimento de pastores.

O inquérito contra Ribeiro foi aberto após o jornal "O Estado de S. Paulo" revelar, em março, a existência de um "gabinete paralelo" dentro do MEC controlado pelos pastores.

Dias depois, o jornal "Folha de S.Paulo" divulgou um áudio de uma reunião em que Ribeiro afirmou que, a pedido de Bolsonaro, repassava verbas para municípios indicados pelo pastor Gilmar Silva.

"Foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim sobre a questão do [pastor] Gilmar", disse o ministro no áudio.

"Porque a minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar", complementou Ribeiro.

Após a revelação do áudio, Ribeiro deixou o comando do Ministério da Educação. Em depoimento à PF no final de março, o ex-ministro confirmou que recebeu o pastor Gilmar à pedido o presidente Jair Bolsonaro. No entanto, ele negou que tenha ocorrido qualquer tipo favorecimento.

Registros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) apontam dezenas de acessos dos dois pastores a gabinetes do Palácio do Planalto.

Fonte: G1

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