☰
✕
  • Editorias
    • Política
    • Artigos & Colunas
    • Geral
    • Polícia
    • Interior
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Entretenimento
  • Últimas Notícias
  • Twitter
  • Facebook
  • instagram
  • pinterest
  • Capa
  • Fale Conosco
  • Privacidade
INVESTIGAÇÃO

Traficante de drogas uruguaio está por trás de assassinato de promotor paraguaio na Colômbia

Publicada em 13/08/2022 às 08:59

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, apontou nesta sexta-feira (12) o traficante de drogas uruguaio Sebastián Marset como responsável pelo assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci durante sua lua de mel em uma praia do Caribe colombiano.

"A investigação sobre o assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci, cometido pelo narcotraficante uruguaio Marset em território colombiano, demonstra que o tráfico de drogas deixou de ser um problema bilateral colombiano-norte-americano há muito tempo e, hoje, é uma problema americano e mundial", indicou no Twitter o presidente de esquerda, que assumiu o cargo em 7 de agosto.

Pecci, de 45 anos, foi baleado em 10 de maio em uma praia da ilha de Barú, próxima da cidade de Cartagena (norte), por matadores em um jet ski.

A justiça da Colômbia condenou quatro assassinos confessos presos pelo crime a 23 anos de prisão, mas ainda não determinou quem foram os autores intelectuais do homicídio.

O presidente colombiano compartilhou na mesma rede social um artigo do portal Rebelion.org que aponta Marset, 31, como o autor intelectual do crime e "fugitivo da justiça uruguaia e paraguaia".

Segundo a publicação, as primeiras hipóteses do homicídio "apontam contra o clã Insfrán, uma rede de tráfico de cocaína comandada por Miguel Ángel Insfrán Galeano e o uruguaio Sebastián Marset Cabrera".

A pessoa que está dando novos detalhes no âmbito da investigação é Francisco Luis Correa, um dos detidos que aguarda julgamento enquanto "busca cooperar com a DEA (agência antidrogas) americana e a Procuradoria Geral da Colômbia para evitar sua extradição para os Estados Unidos", afirmou o portal.

Pecci, especializado em crime organizado, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, havia investigado grupos criminosos brasileiros e também libaneses que atuam com lavagem de dinheiro na Tríplice Fronteira entre Paraguai, Brasil e Argentina.

Ele também esteve à frente de casos de grande repercussão midiática como o sequestro e assassinato da filha do ex-presidente paraguaio Raúl Cubas (1998-1999), em 2005, e do julgamento envolvendo o ex-jogador de futebol Ronaldinho, detido em Assunção por falsificação de documentos.

Fonte: AFP

Leia Também

Traficante de drogas uruguaio está por trás de assassinato de promotor paraguaio na Colômbia

Nota de Pesar SINTERO 

PF apreende quase 1 tonelada de maconha às margens do Rio Paraná

Costa fluminense é corredor migratório de baleias-jubarte

Roberto Jefferson registra candidatura à Presidência no Tribunal Superior Eleitoral

  • Twitter
  • Facebook
  • instagram
  • pinterest
  • Capa
  • Fala Conosco
  • Privacidade
© Rondônia Dinâmica, 2020