
Publicada em 26/02/2025 às 16h05
O professor Marco Polo Moreno de Souza do curso de Física da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Campus de Ji-Paraná, desenvolveu a plataforma SimuFísica, que consiste em uma coleção de aplicativos de simulação computacional de Física e de outras ciências, desenvolvidos em Javascript.
O SimuFísica (https://simufisica.com/), software criado em 2020 no Campus UNIR de Ji-Paraná, atingiu, recentemente, o marco de mais de 10 mil usuários ativos nos últimos 30 dias. Com acessos registrados nos cinco continentes, a plataforma se consolida como uma das principais ferramentas digitais para o ensino e aprendizagem de Física desenvolvida no Brasil.
O SimuFísica é um projeto colaborativo, que conta com a participação de docentes do Departamento de Física, professores da educação básica de Rondônia e discentes da graduação e do Mestrado em Ensino de Física (MNPEF). A iniciativa já resultou em dois trabalhos de conclusão de curso, duas dissertações de mestrado e dois artigos publicados em periódicos da área de ensino de Física, reforçando seu impacto acadêmico e científico.
Atualmente, a plataforma disponibiliza 37 simuladores interativos, abrangendo diversas áreas da Física, como Mecânica Clássica e Quântica, Óptica, Eletromagnetismo e Termodinâmica. O software é gratuito, multilíngue (12 idiomas) e compatível com tablets, smartphones e computadores. Está disponível nas principais lojas de aplicativos: Play Store (Android), Microsoft Store (Windows), App Store (iPhone) e Snap Store (Linux).
Com a recente versão 2.0, o SimuFísica trouxe duas novidades: o simulador de calorimetria e um novo recurso que permite aos usuários salvar e acessar suas simulações de qualquer dispositivo através de um cadastro na plataforma.
O projeto é uma marca registrada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), com nove de seus simuladores também protegidos pelo INPI. Seu desenvolvimento conta com financiamento do CNPq, da Fapero e da UNIR, garantindo sua contínua evolução e aprimoramento.