
Publicada em 25/03/2025 às 15h44
Porto Velho, RO – O pecuarista Bruno Scheid publicou nesta segunda-feira (25) um ataque direto ao senador Confúcio Moura (MDB-RO), classificando o parlamentar como o “inimigo número 1 do agronegócio rondoniense”. A manifestação foi feita por meio de seu perfil no Instagram, poucas horas após ter sido citado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como o nome apoiado por ele para a disputa ao Senado Federal por Rondônia nas eleições de 2026.
Durante participação no podcast “Inteligência Ltda.”, que já acumulava mais de 1,6 milhão de visualizações em menos de 24 horas, Bolsonaro respondeu a uma pergunta sobre os nomes apoiados por ele ao Senado em diversos estados. Ao mencionar Rondônia, foi direto: “Rondônia é o Bruno Scheid”.
Na sequência, Scheid usou seu perfil para publicar uma imagem com a foto de Confúcio Moura, acompanhada da frase: “Inimigo número 1 do agronegócio rondoniense”. No texto da legenda, ele critica ações atribuídas ao senador no campo ambiental e fundiário.
“O senador @confucio.moura faz reunião no Ministério do Meio Ambiente para ‘regularizar’ terras invadidas, como a Fazenda Santa Elina e outras áreas marcadas por tragédias e violência causadas por grupos criminosos disfarçados de movimentos sociais!”, escreveu Scheid.
O produtor rural também associou Confúcio à criação de reservas estaduais em áreas já consolidadas, segundo ele, prejudicando pequenos produtores: “Foi o criador de reservas estaduais sobre áreas já consolidadas e escrituradas, prejudicando centenas de pequenos produtores, como na @sos.soldadodaborracha, onde muitos perderam suas terras e seu sustento!”.
Ainda na publicação, Scheid afirmou que o senador age contra os interesses de Rondônia. “Enquanto Rondônia luta pelo direito à propriedade e ao desenvolvimento, esse senador trabalha CONTRA o estado e seu povo”, escreveu, encerrando com a frase: “Felizmente, sua aposentadoria em 2026 está chegando. Será um alívio para Rondônia!”.
A postagem teve repercussão imediata nas redes sociais, principalmente entre apoiadores de Bolsonaro e representantes do setor produtivo rural.